Maria gostava de Antônio que gostava de Laura que gostava de João que gostava de Bárbara que gostava de Carlos que gostava de Ana Luísa que gostava de Pedro que gostava de Amanda que gostava de Eduardo que gostava de Iracema que gostava de Armando que gostava de Juraci que gostava de Gabriella que gostava de Theodoro que gostava de Júlia que gostava de Romeu e ele igual dela.
Rodrigo gostava de Patrícia que gostava de Lucas que gostava de Mariana que gostava de Hugo que gostava de Aline que gostava de Joel que gostava de Daniela que gostava de Paulo que gostava de Cristina que gostava de Isabel que gostava de Helena que gostava de Jorge que gostava de Flora e Clarice que gostava de Rogério que gostava de Michelle que gostava de Romeu que gostava de Júlia e ela na mesma intensidade dele.
Giovana gostava de Davi que gostava de Samira que gostava de Abreu que gostava de Regina que gostava de Alberto que gostava de Jéssica que gostava de Thiago que gostava de Thereza que gostava de Julião que gostava de Jussara que gostava de Matheus que gostava de Marina que gostava de Francisco que gostava de Júlia que gostava de Romeu e ele amava ela e ela amava ele e eles milagrosamente se amavan do mesmo jeito.
O gostar de uma pessoa que gostava de outra se acabava ali diante daquele confluência mágica de dois rios, de dois seres, de duas luzes só deles.
O encontro de duas pessoas é uma das coisas mais lindas que pode existir. Ficar junto, escolher-se por amor. O destino a vida ao acaso permitir, sem que houvesse nenhum laço anterior, o vôo de dois passarinhos livres, traçando no céu uma historinha feliz e apaixonada cheia de amor, amor, clichê, clímax e calor.