Que sol mais lindo!
O frio persiste...
Mas veja: o Astro-Rei está sorrindo!
Está aí pra quem quiser se banhar de luz!
Gratidão pela vida
Pelas mínimas e máximas coisas que ela traz.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Aqui frio, lá calor
Enquanto lá era verão aqui era inverno. Temperatura marcando 4 graus Celsius abaixo de zero. Então vestia: meia calça lilás, calça jeans escura grossa, top longo e duas blusas de manga comprida enfiadas na calça, um pulôver verde vivo de lã, meia até a metade da canela e outra mais curta, ah e uma de reserva na bolsa. Sobre a cabeça gorro areia com desenhos de aviões amarelos e pássaros dourados. Aquecendo os pés bota marrom claro de solado grosso e pelinho por dentro. Cachicol creme enrolado no pescoço esquentando o peito. Por cima de tudo um casaco bege até os joelhos todo fechado. Manta preta jogada nos ombros. Ao invés de luvas para esquiar duas luvas de poliéster protegendo as mãos, uma por cima da outra.
Do outro lado do Planeta, como podíamos ver na fotografia lá do verão, a amiga punha sandália baixa rasteira, biquíni rosa, vestidinho solto com estampa floral, bolsa de pano amarela, óculos escuros e só.
Ambas falavam do sol... Uma dizia que o frio mesmo o mais rigoroso também trazia céu azul e sol e outras coisas bonitas como a neve que tornava tudo iluminado, mais calmo e celestial. Contava também que quando os canais e laguinhos congelavam todos iam patinar nas pistas de gelo natural. As crianças que não sabiam e os adultos que queriam aprender levavam uma cadeira e começavam de um jeito ou de outro a deslizar entre escorregões, quedas e levantamentos até encontrarem o ponto de equilíbrio (a perda do medo, a autoconfiança, a ousadia).
Em casa tudo ficava quentinho com os aquecedores ligados. Era chazinho de canela com gengibre, livro grosso e silêncio profundo. Com a chegada da noite as chamas das velas coloridas queimavam, sofá sempre com uma cobertinha disponível no braço, filme romântico rodando e expectadores encolhidinhos às vésperas do Valentine’s Day abraçados.
A distância não separava. Pelo facebook as amigas se falavam, uma daqui do freezer e a outro lá do forno como podíamos ver na foto recente do perfil que ela tinha publicado toda bronzeada e linda na praia... Naquele verão tropical tão longe e ensolarado que ficava difícil de descrevê-lo em palavras.
Do outro lado do Planeta, como podíamos ver na fotografia lá do verão, a amiga punha sandália baixa rasteira, biquíni rosa, vestidinho solto com estampa floral, bolsa de pano amarela, óculos escuros e só.
Ambas falavam do sol... Uma dizia que o frio mesmo o mais rigoroso também trazia céu azul e sol e outras coisas bonitas como a neve que tornava tudo iluminado, mais calmo e celestial. Contava também que quando os canais e laguinhos congelavam todos iam patinar nas pistas de gelo natural. As crianças que não sabiam e os adultos que queriam aprender levavam uma cadeira e começavam de um jeito ou de outro a deslizar entre escorregões, quedas e levantamentos até encontrarem o ponto de equilíbrio (a perda do medo, a autoconfiança, a ousadia).
Em casa tudo ficava quentinho com os aquecedores ligados. Era chazinho de canela com gengibre, livro grosso e silêncio profundo. Com a chegada da noite as chamas das velas coloridas queimavam, sofá sempre com uma cobertinha disponível no braço, filme romântico rodando e expectadores encolhidinhos às vésperas do Valentine’s Day abraçados.
A distância não separava. Pelo facebook as amigas se falavam, uma daqui do freezer e a outro lá do forno como podíamos ver na foto recente do perfil que ela tinha publicado toda bronzeada e linda na praia... Naquele verão tropical tão longe e ensolarado que ficava difícil de descrevê-lo em palavras.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Mil pedacinhos
Via em cada pessoa que encontrava um pedacinho de mim.
Minha vida é um quebra-cabeça de 100.000 peças. Na medida que vou vivendo ele vai sendo montado.
O meu último suspiro me trará a glória de encontrar a última pecinha que completará o belo desenho que ia sendo a vida que vivia.
Minha vida é um quebra-cabeça de 100.000 peças. Na medida que vou vivendo ele vai sendo montado.
O meu último suspiro me trará a glória de encontrar a última pecinha que completará o belo desenho que ia sendo a vida que vivia.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
A origem da família
Eram 2
Que passaram a ser 3
Que se multiplicaram em 4
Que se tornaram 5
Que aumentaram para 6
Que logo viraram 7
E que num piscar já eram 8
Mas que se completaram com o 9.
Esse é o resultado do encontro entre duas pessoas
Que por amor resolveram ficar juntas.
Eram 2
Que viraram 3
Que logo tornaram 4
Que aumentaram para 5
Que se multiplicaram em 6
Que com prazer trouxeram o 7
E que num piscar de olhos já eram 8
Mas que se completaram mesmo com o 9.
Toda família vem da união entre dois seres
Que magneticamente se aproximam
Se olham e se falam
Se atraem e se abraçam
Se beijam e se apaixonam
Se amam tanto e fazem outros surgirem apartir deles
Algo mágico, inexplicável, natural, forte, simples, belo, perfeito, circular...
Os filhos dessa união encontrarão outras pessoas
E se tornaram um pouco mais e gerarão coisas lindas
Darão continuidade a evolução da vida
Que se repete, se transforma, se junta e se multiplica seguindo o curso espontâneo da natureza.
Que passaram a ser 3
Que se multiplicaram em 4
Que se tornaram 5
Que aumentaram para 6
Que logo viraram 7
E que num piscar já eram 8
Mas que se completaram com o 9.
Esse é o resultado do encontro entre duas pessoas
Que por amor resolveram ficar juntas.
Eram 2
Que viraram 3
Que logo tornaram 4
Que aumentaram para 5
Que se multiplicaram em 6
Que com prazer trouxeram o 7
E que num piscar de olhos já eram 8
Mas que se completaram mesmo com o 9.
Toda família vem da união entre dois seres
Que magneticamente se aproximam
Se olham e se falam
Se atraem e se abraçam
Se beijam e se apaixonam
Se amam tanto e fazem outros surgirem apartir deles
Algo mágico, inexplicável, natural, forte, simples, belo, perfeito, circular...
Os filhos dessa união encontrarão outras pessoas
E se tornaram um pouco mais e gerarão coisas lindas
Darão continuidade a evolução da vida
Que se repete, se transforma, se junta e se multiplica seguindo o curso espontâneo da natureza.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Laboratório
O que escrever? Há dias que não me ocupo com esse blog. Praticamente não escrevi nada sobre o Natal, porque muito já se escreveu sobre esta festa tão festejada em diversas partes do mundo... não quero repetir, quero combinar as palavras de forma diferente!
De Ano Novo também não falei... iria expressar mais uma vez todos aqueles conhecidos votos prósperos de felicidade sem que viessem do coração. Enquanto, o que desejo é falar de coisas pouco ditas. E o ano vem tão naturalmente, o bom é que ele é novo e assim novamente temos a oportunidade de nos reconstruir.
Tenho ás vezes a sensação de que as pessoas falam muito e dizem pouco. Estamos sempre dando voltinhas ou por falta de coragem ou simplesmente por falta de costume. Não é prática do cotidiano se abrir inteiramente, até mesmo porque isso talvez gerasse um caos de emoções. Então, nós civilizados, nos comportamos bem e de acordo com as normas sociais para que não sejamos dados como loucos. Sempre mantendo o auto-controle para o bom funcionamento da vida. Usando máscaras sempre que necessário. Ou como eu, se trancafiando em casa, para me resguardar nesse espaço que domino e que me parece seguro. Me comunicando de maneira indireta e usando uma série de fantasias para talvez chegar a uma pontinha do que venha a ser de verdade.
Mas afinal, o que estou pretendendo aqui? Ganhar prestígio, valor, fama?
Não! Estou como num laboratório de palavras tentando encontrar uma fórmula que me vire do avesso sem que ninguém perceba.
De Ano Novo também não falei... iria expressar mais uma vez todos aqueles conhecidos votos prósperos de felicidade sem que viessem do coração. Enquanto, o que desejo é falar de coisas pouco ditas. E o ano vem tão naturalmente, o bom é que ele é novo e assim novamente temos a oportunidade de nos reconstruir.
Tenho ás vezes a sensação de que as pessoas falam muito e dizem pouco. Estamos sempre dando voltinhas ou por falta de coragem ou simplesmente por falta de costume. Não é prática do cotidiano se abrir inteiramente, até mesmo porque isso talvez gerasse um caos de emoções. Então, nós civilizados, nos comportamos bem e de acordo com as normas sociais para que não sejamos dados como loucos. Sempre mantendo o auto-controle para o bom funcionamento da vida. Usando máscaras sempre que necessário. Ou como eu, se trancafiando em casa, para me resguardar nesse espaço que domino e que me parece seguro. Me comunicando de maneira indireta e usando uma série de fantasias para talvez chegar a uma pontinha do que venha a ser de verdade.
Mas afinal, o que estou pretendendo aqui? Ganhar prestígio, valor, fama?
Não! Estou como num laboratório de palavras tentando encontrar uma fórmula que me vire do avesso sem que ninguém perceba.
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